Implantes Orais: da interface fibrosa à biointegração
Guaracilei
Maciel Vidigal J r. *
Mario Groisman**
Key Words :
cortical bone, hydroxyapatite, titanium, implants.
Palavras Chaves:
osso cortical, hidroxiapatita, titânio, implantes.
ABSTRACT:
This study is concerning the wound healing process
around commercialy avaible dental implants. They were inserted in the proximal
tibial metaphysis of New Zealand adult rabbits and were left to heal for 12
weeks. After the healing period the animaIs were sacrified and block biopses
were analised under light microscopy. The results show the formation of differents
implant-tissues interfaces whith different implant surface materiaIs.
RESUMO:
O presente estudo demonstra uma série de eventos
que ocorrem no processo de cicatrização óssea ao redor de diferentes implantes
comercializados. Os espécimes foram analisados pela técnica da histomorfometria
após um período de 12 semanas da instalação destes implantes na tíbia de coelhos
adultos - espécie New Zeland. Os resultados demonstraram a formação de diferentes
interfaces com diferentes comportamentos entre os implantes estudados.
INTRODUÇÃO
Durante muitos anos, acreditava-se que em torno dos
implantes endósseos formava-se uma cápsula de tecido conjuntivo não mineralizado,
que funcionaria como um pseudo-Iigamento periodontal amortecendo as forças da
mastigação. (Listgarten et alii, 1991)13
Porém, atualmente, esta interface, considerada uma pseudoartrose,
não demonstrou ser estável a longo prazo. (Albrektsson & Sennerby, 1990)3
Em alguns sistemas de implante, a cicatrização ocorre por
reparo, enquanto em outros ocorre a regeneração dos tecidos vizinhos. Reparo
é um processo pelo qual uma ferida, em nível ósseo, cicatriza através da formação
de um tecido fibrovascular; enquanto no processo de regeneração ocorre a formação
de novo tecido ósseo. (Winet & Albrektsson 1988)21
Os implantes dentários que estão ancorados em osso medular
ecortical, passam pelos tecidos gengivais para penetrar no ambiente da cavidade
oral. (Koth et alii, 1988)12
Os implantes dentais endósseos apresentam-se em uma
situação única, pois devem funcionar em dois ambientes distintos: no meio interno,
em contato com o osso e os tecidos gengivais e no meio externo, em contato com
a cavidade oral. (Donley & Gillette, 1991) 9. Contrariamente, os implantes
ortopédicos devem funcionar somente no meio interno.(Mc Kinney, Jr. et alii,
1984)14
A resposta celular a todos os materiais biocompatíveis
de implantes parece ser a mesma: assumindo condições similares de cicatrização
e de micromovimentos. Esta resposta consiste na elaboração de uma fina matriz
extracelular orgânica não colágena, na superfície do biomaterial, seguida por
uma posterior mineralização desta camada. A matriz extracelular mineralizada
forma uma estrutura contínua, na superfície do implante, a qual a união óssea
posteriormente ocorre. A interação e a fixação entre o biomaterial e o osso
parece ser dependente da resistência da adesão da matriz extracelular mineralizada
ao osso. (Pilliar et alii, 1991)19
OSSEOINTEGRAÇÃO
O conceito de osseointegração foi originalmente
introduzido para o tratamento do edentulismo total, principalmente em pacientes
que apresentavam problemas crônicos, em relação à adaptação de suas próteses.
(Zarb & Schmitt, 1989)22
As indicações para a osseointegração foram
se expandindo; atualmente sabe-se que implantes de titânio podem ser retidos
permanentemente, em qualquer parte do corpo, desde que exista tecido ósseo vital.
(Branemark et alii 1985)6. Implantes instalados na mandíbula requerem no mínimo
três meses para se tornarem osseointegrados, enquanto na maxila este período
é de seis meses. (Jones & Jones, 1988)11
AIbrektsson et alii (1983) observaram a
presença de tecido calcificado a 50 Å da superfície de implantes de titânio;
ou seja, em íntimo contato com o implante, pois a camada de óxido de um implante
limpo e autoclavado é da espessura de 50 Å
Após a implantação, a camada de óxido cresce continuamente, e depois de 6 anos
é da ordem de 2.000 A. Esta camada de óxido incorpora fósforo, cálcio e enxofre,
o que indica uma interação com os tecidos do corpo. (Mc Queen et alii, 1982)15.
BIOINTEGRAÇÃO
Existem dois mecanismos básicos de retenção
dos sistemas de implante: a retenção mecânica e a retenção bioativa. (Meffert,
1989)16
Alguns materiais de implante são inertes,
outros são bioativos. Estes termos são confundidos, pois todo material de implante
deve induzir a uma resposta biológica em algum grau. Entretanto, uma superfície
bioativa significa que o material biocompatível deve aumentar ou estimular a
formação de novo osso e promover a união do osso ao implante. (Brunski, 1988)7
A retenção mecânica refere-se basicamente a substratos
metálicos implantados como o titânio ou ligas de titânio. A retenção é feita,
em nível macroscópico, por fendas, roscas ou túneis e envolve o contato direto
entre a superfície oxidada (passivada por um óxido) do implante e o tecido ósseo,
em nível microscópico, pela rugosidade das superfícies permitindo uma íntima
união entre o tecido ósseo e o implante, sem a ocorrência de ligações químicas.
(Meffert, 1989)16
Biointegração não só é independente de qualquer
mecanismo de união mecânica, como também é a ligação bioquímica do tecido ósseo
vivo à superfície de um implante-identificável em microscópio eletrônico. O
fosfato tricálcio e a hidroxiapatita conferem uma superfície bioativa, que promove
o crescimento ósseo, induzindo a uma união direta entre o implante e o tecido
ósseo.. Este fenômeno é denominado biointegração. (Meffert et alii, 1992)17
MATERIAIS E MÉTODOS
Animais e implantes.
Coelhos albinos adultos, demonstrando linhas de
epífise fechadas radiograficamente, de ambos os sexos, da espécie New Zealand,
pesando entre 3,0Kg e 5,0Kg foram utilizados no estudo. Implantes para osseointegração
foram utilizados, tipo Screw-Vent de titânio comercialmente puro, tipo Screw-Vent
cuja superfície é recoberta por hidroxiapatita (Dentsply / lmplant Division
-Encino -CA -USA.); tipo Cilindro Osseointegrado Dentoflex (Odontec Materiais
Odontológicos -SP -Brasil), tipo Carbontec HT Plus (Carbontec Materiais Especiais
Ltda. -São José dos Campos -SP -Brasil)
Preparo dos espécimes
Três meses após a data da cirurgia, os animais foram
sacrificados com uma "overdose" de fenobarbital sódico 200mg
(Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda. -São Paulo -SP), via E V. Os
implantes foram removidos juntamente com o tecido ósseo vizinho, de modo a obter
um colar de 3mm de espessura em torno dos implantes. As amostras foram fixadas
por imersão em solução de glutaraldeído a 2.5% em tampão de cacodilato 0,05M
com pH 7.2, permanecendo nesta solução durante 48 hs. Em seguida, os espécimes
(fixados em solução de glutaraldeído) foram submetidos a um processo de desidratação
através de uma série de concentração crescente de álcool.. Após a desidratação,
foi feita a infiltração dos espécimes com a resina LR White. A técnica de secção
empregada foi a preconizada para tecidos duros contendo implantes metálicos,
usando o equipamento de corte e desgaste da EXAKT (Exakt Apparatebau, Norderstedt,
Germany). Após atingida a espessura desejada, os cortes foram corados com uma
solução de azul de toluidina a 1%. Os implantes foram analisados em microscopia
ótica.
RESULTADOS
Microscopicamente diferentes tipos de interfaces
teciduais se formam ao redor dos implantes dentais, sendo que cada uma delas
apresenta um comportamento clínico diferente. Na Figura 1 identificamos uma
interface fibrosa contra o implante, sendo que a espessura desta camada é inversamente
proporcional ao grau de biocompatibilidade do implante. Quando um tecido é submetido
a uma injuria, a cicatrização pode ocorre por dois processos: reparo ou regeneração.
No processo de reparo uma ferida óssea, o osso é substituído por um tecido fibroso,
enquanto quando ocorre regeneração há formação de novo tecido ósseo, como na
figura 2. Quan- do um implante é instalado no osso e ocorre a regeneração deste
tecido ao redor do implante denomina-se osseointegração (figura 3). Clinicamente
esta anquilose tem resultado em altas taxas de sucesso dos implantes orais.
Quando um implante com superfície de hidroxiapatita é instalado ocorre uma união
bioquímica entre a superfície do implante e o osso, denominada Biointegração
(figura 4). Esta situação, biointegração, é superior a força de coesão do próprio
tecido ósseo, nestes casos se houver uma fratura a interface implante-osso tende
a ser preservada, o traço de fratura ocorre no osso (como um artefato), sem
atingir a interface (figura 5).

Fig. 1
Fig. 2

Fig. 3
Fig. 4

Fig. 5
DISCUSSÃO
Os exames
histológicos fornecem a melhor evidência do tipo de inserção tecidual aos implantes.
Um sistema de implantes não pode ser referido com precisão, como osseointegrado,
caso não haja evidência histológica de contato direto entre o tecido ósseo e
os implantes, observados em modelo animal. O exame histológico, em nível de,
microscopia ótica, responde a mais importante pergunta sobre a estrutura da
interface, demonstrando se a maior parte do implante está em contato com o tecido
ósseo. A microscopia eletrônica é capaz de fornecer informações interessantes,
mas secções ultra-estruturais não são necessárias para tornar evidente o tipo
de tecido em torno dos implantes. Secções histológicas da interface onde o implante
foi previamente removido, apresentarão somente evidências indiretas da osseointegração.
(Albrektsson & Jacobsson, 1987)2
Babbush (1972) 4 após instalar oito implantes em forma
de lâmina, aguardando por períodos de 6, 9 e 12 meses para sacrificar os animais
e fazer a análise histológica, verificou que em torno de todos os implantes
formou-se uma cápsula de tecido conjuntivo fibroso hialinizado, com a presença
de alguns linfócitos. Concluindo que uma interface implante-osso jamais se estabelecerá.
Este pensamento predominava até esta época, quando em 1965 os primeiros estudos
sobre osseointegração começaram a ser realizados. Porém foi somente quando os
primeiros resultados longitudinais, de 15 anos de acompanhamento dos pacientes
tratados com implantes do sistema Branemark, que a implantologia ganhou reconhecimento
por apresentar suas bases científicas.
Block et alii (1987)5, examinando implantes cobertos
com hidroxiapatita, verificaram que não foi possível identificar, em nível ósseo,
uma interface com tecido mole; enquanto que a média de contato ósseo foi de
70 - 90%. Em geral, os implantes cobertos com hidroxiapatita apresentam:
Uma característica comum das superfícies bioativas (
cerâmicas e biovidros) consiste numa alteração cinética, tempo-dependente, que
ocorre após a implantação. A superfície forma uma camada de hidroxicarbonato
de apatita, que promove a união da interface com os tecidos. o hidroxicarbonato
de apatita, que se forma na superfície dos implantes bioativos, é quimicamente
e estruturalmente equivalente à fase mineral do osso. Esta equivalência torna-se
responsável pela união interfacial. Em muitos casos, a resistência interfacial
desta união é equivalente ou maior do que a resistência coesiva do material
do corpo do implante ao substrato bioativo, em casos onde houve tempo suficiente
para maturação óssea. (Hench & Wilson, 1991)10 (Vidigal Jr. 1994)20
No presente estudo também se observa este fenômeno
na superfície dos implantes do tipo Screw-Vent recoberto com hidroxiapatita,
onde ocorreu a separação da hidroxiapatita da superfície metálica do implante.
Nesta área onde a superfície metálica estava exposta, observou-se não só o contato
com o tecido ósseo, mas também o contato com o tecido fibroso. Inclusive verificou-se
que a porção de hidroxiapatita, que se desprendeu da superfície do implante,
encontrava-se em contato com o tecido ósseo ao seu redor, indicando um alto
grau de biocompatibilidade deste material. As consequências clínicas destas
observações ainda não estão claras mas a resposta do tecido ósseo a estes implantes
parece ser mais favorável que aquela observada em relação aos implantes rosqueados
com superfície metálica.
Ao contrário, Cook et alii (1987) 8 mediram a espessura do
filme de hidroxiapatita que recobria a superfície dos ímplantes, em três diferentes
períodos de cicatrização: 5,10 e 32 semanas. Demonstraram não haver variação
na espessura da camada de hidroxiapatita, mesmo após 32 semanas. Concluíram
que a união entre a superfície metálica dos implantes, com a hidroxiapatita
apresentava excelente estabilidade nos tecidos.
O uso de superfícies bioativas, como a hidroxiapatita
ou fosfato de cálcio multifásico, aplicados pela técnica do jato de plasma,
resultando em filmes de 50 a 100 mm de espessura, tem aumentado nos últimos
anos. A utilização de superfícies bioativas parecem resultar em uma série de
vantagens, mesmo necessitando pesquisas sobre a qualidade da união entre o corpo
do implante e a superfície bioativa e a estabilidade a longo prazo da união
destas superfícies com o tecido ósseo. (Pilliar et alii,1991)18
CONCLUSOES
A utilização de implantes recobertos com hidroxiapatita
é indicada em situações onde há um comprometimento no processo de cicatrização
ósseo, como parece ser o caso da instalação de implantes em osso tipo IV; em
pacientes idosos, onde o ciclo celular é mais demorado; em condições onde o
processo de cicatrização é mais demorado, como quando da instalação de implantes
imediatamente após a extração de um elemento dental; ou ainda em casos de elevação
da membrana do assoalho do seio maxilar, para a colocação de implantes associados
a diferentes formas de enxerto. Seguindo esta linha de pensamento nos fazemos
a seguinte pergunta: Se implantes recobertos por filmes bioativos são indicados
em situações desfavoráveis, pelos resultados superiores observados em diferentes
estudos histomorfométricos quando comparados com implantes de superfícies metálicas,
porque não utilizados em situações favoráveis ( osso tipo I e lI) como
de rotina ?
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALBREKTSSON, T.; BRANEMARK, P.-I.; HANSSON, H.-A.; KASEMO, E.; LARSSON, K.; LUNDSTROM, I.; McQUEEN, D. H.; SKALAK, R. The interface zone of inorganic implants in vivo: titanium implants in bone. Ann. Biomed. Eng., 11, (1):1. -27,1983.
ALBREKTSSON, T. & JACOBSSON, M. Bone-metal interface in osseointegration. J. Prosth. Dent., 57 (5): 597-607, May., 1987.
ALBREKTSSON, T.& SENNEREY, L. Direct bone anchorage of oral implants: clinical and experimental considerations of the concept of osseointegration. Int. J. Prosth., 3 (1): 30-41, lan- Feb., 1990.
BABBUSH, C. A. Endosseous blade-vent implants:a research review. J. Oral Surg., 30 (3): 168-175, Mar., 1972.
BLOCK, M. S.; KENT,J. N.; KA Y , J. F. Evaluation of hidroxylapatite - coated dental implants in dogs. J. Oral Maxillofac. Surg. 45 (7): 601- 607, lul., 1987.
BRANEMARK, P .-1.; ZARB, G. A.; ALBREKTSSON, T. Tissue - Integrated Protheses. Osteointegration in Clinical Dentistry. Quintessence Publishing Co., Inc., Chicago, 1?85, p. 350.
BRUNSKI, J. B. Biomaterials & Biomechanics. Calif. Dent. Assoc. 1.16, (1): 66-77, lan., 1988.
COOK, S. D.; KA Y,J; F.; THOMAS, K. A.; JARCHO, M. Interface mechanics and histology of titanium and hidroxylapatite-coated titanium for dental implant applications. Int. J. Oral Maxillofac. ImpIants., 2 (1.): 1.5,- 22, Spr., 1987.
DONLEY, T. G. & GILLETTE, W. B. Titanium endosseous implant-soft tissue interface:A literature review. J. PeriodontoI. 62 (2): 153- 160, Feb., 1991.
HENCH, L. L. & WILSON, J. Bioceramics. Mrs. Bulletin 16 (9): 62 -74, Sep., 1991.
JONES,
S. D. & JONES, F. R. Tissue integrated implants. CaIif. Dent. Assoc. J.16(9):
46- 51, Sept., 1988.
KOTH, D. L.; McKINNEY, R. V.; STEFLIK, D. E.;DAVIS,Q.B. Clinical and statistical analyses of human clinical trials with the single crystal alliminum oxide endosteal dental implant: five-year results. J. Prosth. Dent., 60 (2): 226 -234, Aug., 1988.
LISTGARTEN, M. A.; LANG, N. P.; SCHROEDER, H. E.; SCHROEDER,A. Periodontal tissues and their counter parts around endosseous implants. Clin. Oral ImpI. Res., 2(1 ): 1 -19, Jan., 1.991..
McKINNEY, Jr., R. V.; STEFLIK, D. E.; KOTH, D. L. Per, peri, or trans? A concept for improved dental implant terminology. J. Prosth. Dent. 52(2): 267 -269, Aug., 1984.
McQUEEN, D.; SUNDGREN J.-E.; IVARSSON, B.; LUNDSTROM, I.; EKENSTAM, B. ; SVENSSON, P.-I. ; BRANEMARK, P.- I. ; ALBREKTSSON, T. ClinicaI Aplications of BiomateriaIs. John Willey & Sons Ltda, London, 1982, p. 179- 185.
MEFFERT, R. Implant Therapy IN: Procedings of the World Workshop in ClinicaI Periodontics.The Procter & Gamble Company, Chicago, July, 1989, cap 8, p.1 -19.
MEFFERT, R. M.; LAUGER, B.; FRITZ, M.E. Dental implants: A review. J. PeriodontoI.63 (1): 859- 870, Nov., 1992.
PILLIAR, R. M.; DAVIES, J. E.; SMITH, D. C. The bone-biomaterial interface of load-bearing implants. M.R.S. Bulletin 16.(9): 55- 61, Sep.,1991.
PILLIAR, R. M.; DEPORTER, D. A.; WATSON, P. A.; VALIQUETTE, N. Dental implant design-effect on bone remodeling. J. Biomed. Mat. Res., 25 (4):467.483, Apr., 1.991.
VIDIGAL JR, G. M. Avaliação histomorfométrica do grau de osseointegração de implantes de titânio comercialmente puro e de implantes recobertos com hidroxiapatita. Rio de Janeiro. 1994. .152p. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
WINET, H. & ALBREKTSSON, T. Wound healing in the bone chamber: Neovascullarization during transition from the repair to the regenerative phase in the rabbit tibial cortex. Int. J. Oral Maxillofac. Implants. 3 (2): 99 -107 , Sum., 1988.
ZARB, G. A. & SCHMITT, A The longitudinal clinical effectiveness of osseointegrated dental implants: The Toronto study .part. n. The prosthetic results. J. Prosth. Dent. 64(1 ): 53-61, Jul., 1989.
Endereço
para correspondência :
Guaracilei Maciel Vidigal Jr.
Av. N. S. de Copacabana 542/808 -Copacabana, Rio de Janeiro -RJ CEP 22020-000
* Especialista e Mestre em Periodontia
pela UFRJ, Prof. Assistente de Periodontia UNIGRANRIO, Prof. do curso de Especialização
em Implantologia UGF
** Mestre em Periodontia pela Lund University, Prof. Titular de Periodontia
da UNIG, Prof. Responsável pelo curso de especialização em Implantologia UGF