Contribuição ao estudo da cirurgia
pré-protética: enxertos ósseos

*Capitão- Tenente (CD) Helcio Ganda Lira

RESUMO
        
A conservação de rebordos alveolares edêntulos após a perda de dentes e/ou após os seus aumentos através de enxertos ósseos em áreas edêntulas deficientes têm sido um problema clínico consistente por muitos anos.

        De acordo com a revisão da literatura, a natureza do problema é descrita discutindo o que se conhece, considerando o reparo do osso alveolar a sua regeneração através de componentes osteoindutores.

        Os estudos mostram que a formação de novo osso e especificamente a osteoindução não são fenômenos recentes. Os componentes celulares e bioquímicos de indução óssea têm sido investigados por muitos pesquisadores. Eles identificaram a proteína morfo-genética e a osteogenina como os principais fatores de influência na osteoindução.

       O significado clínico destas investigações permitiu melhorar e refinar os princípios e as técnicas de enxertos ósseos para o uso em cirurgia pré-protética.

ABSTRACT
       
Maintainance of edentulous alveolar ridges after loss of teeth and/or after bone graft augmentation of deficient edentulous areas has been a consistent clinical problem for many years.

       According to the literature review, the nature of the problem is desbride, discussing what is known concerning alveolar bone repair and regeneration by osteoinductive components.

       The studies show that the formation of new bone and specifically osteoinduction are not new phenomena. The cellular and biochemical components of bone induction have been investigated by many researchers. They have identified BMP and osteogenin as a major factors influencing bone induction.

       The clinical significance of these investigations has allowed to improve and refine the bone-graftings principIes and techniques for use to the preprosthetic surgery .

INTRODUÇÃO

Evolução
       Desde a época de Hipócrates na antiga Grécia, o osso foi reconhecido por ter considerável potencial para regeneração e reparo. Enxertos ósseos já eram usados nas mais diversas formas de reparo, tais como fraturas, artroses, preenchimento de defeitos causados por lesões císticas e substituição de algumas deformidades no esqueleto oriundas de perdas traumáticas ou ablação por tumor. Em 1889, Senn descreveu a utilidade do implante de osso desmineralizado por HCI na cicatrização de osteomielite e outras deformidades ósseas. Em 1931. Huggins propôs o 1° modelo experimental para osteogênese induzida. Mais tarde, em 1965, Urist (16) fez a descoberta que a implantação de segmentos de matriz de osso desmineralizado e liofilizado induz à formação heterotrópica de osso. Em 1967. Urist e Co. (17) introduziram na idéia do princípio da indução óssea. Eles estabeleceram que uma substância existe na matriz orgânica livre de células e que tem a propriedade de induzir células mesenquimais indiferenciadas a formar células osteoprogenitoras. Através de uma série de experimentos Urist e co-autores ( 18. 17 19) demonstraram que um componente da matriz óssea desmineralizada que eles chamaram de proteína morfo-genética era responsável pela indução óssea.

        Em 1972, Reddi e Huggins (12) caracterizaram a seqüência histológica da osteogênese ectópica com pó de osso desmineralizado e também observou a importância da Geometria da matriz na indução óssea. Em 1981. Bauer e Urist ( 1) isolaram a Proteína morfo-genética. Subseqü
entemente. Johnson e Urist usaram a BMP para tratamento dos defeitos das extremidades mais baixas. Recentemente. Worney (20) e co-autores produziram a BMP como proteína recombinante.

    O estudo destes fenômenos propiciou a discussão a respeito dos materiais osteoindutores que assumiram uma importância significante para a cirurgia pré-protética e reconstrutora oral e maxilofacial.

       A cirurgia pré-protética é um importante aspecto da cirurgia reabilitadora de pacientes total ou parcialmente edêntulos apresentando severa atrofia alveolar,e de pós-rececção oncológica apresentando total ou parcial ablação de mandíbula e/ou maxilar.

REVISÃO DA LITERATURA
       
Em 1967, Urist et alli ( 17) publicaram em seus estudos a identificação da PROTEINA MORFO-GENÉTICA (BMP) e a partir daí seguiram-se outras pesquisas no intuito de revelar outros fatores de osteoindução.

       Segundo Gary E. Friendlander (8) em seu estudo a respeito dos enxertos ósseos. concluiu-se que o processo de incorporação dos enxertos envolve uma seq
üência pré-determinada de eventos. Contribuições oriundas do leito receptor tais como as do próprio enxerto são cruciais para o sucesso. Durante a incorporação, os enxertos se submetem a uma mudança em massa, e portanto propriedades mecânicas são importantes para reconhecer o planejamento dessas aplicações cirúrgicas. A manipulação do leito receptor ou a presença de certos fatores sistêmicos também interferirão na incorporação do enxerto.

       Em sua visão este autor também concluiu que os enxertos alógenos suportam mudanças biológicas, que são qualitativamente similares, mas normalmente quantitativamente e temporariamente inferiores aos autoenxertos.

No mesmo ano, Sampath et alli (13) isolaram uma proteína chamada osteogenina. Eles mostraram que esta proteína em conjunção com a guanidina hydroclorido extraído da BMP induz a formação óssea em doses muito menores que àquelas necessárias para a indução com BMP.

      Outras formas de proteínas osteoindutoras foram extraídas de matriz óssea desmineralizada. Estes incluem células ósseas estimulando substâncias isolada por Clark et alli (4) e o fator osteogênico
isolado por Benedict et alli (3). Estes materiais podem se aliar à BMP de Urist ou osteoginina de Sampath e Reddi.

      Em 1990, Cobb et alli (5) avaliaram através de transmissão de luz e microscopia eletrônica a reparação de defeitos e continuidade mandibular reconstruídos com proporções variáveis de materiais alopláticos (hidroxipatita) misturados com osso autógeno. Os resultados confirmam a biocompatibilidade dos grânulos densos de HÁ misturados ao osso autógeno em proporções de 3:1 a 1:1 (AB:AH) e que podem ser usados com sucesso durante as cirurgias reconstrutivas. No mesmo ano, Tulasne et alli (15) reforçou em seu estudo a viabilidade de reconstrução da maxila edêntula com enxerto ósseo. Eles consideraram que quando o rebordo remanescente ósseo não proporciona uma ancoragem firme para implantes, os enxertos podem ser retirados do ilíaco, do mento ou da abóbada craniana. De acordo com o caso, os implantes são colocados simultaneamente ou 6 meses mais tarde após controle com tomografia computadorizada Scan. Eles são descobertos após um período de 6 meses e a osseointegração é observada. As porcentagens de sucesso em 24 casos operados parecem pelo menos iguais aos casos regulares sem enxerto ósseo. Os autores concluíram que um acompanhamento mais longo era necessário para estatísticas confiáveis.

       Em 1991, Becker et alli (2) realizaram um estudo onde foram colocados 12 implantes de 10 mm em alvéolos de cães imediatamente após as extrações. Seis destes implantes foram isolados com membranas de politetrafluoretileno (PTFE) e os outros 6 serviram de controle. Após dezoito semanas os cães foram sacrificados e avaliados com relação às medidas clínicas obtidas. O ganho médio de osso no primeiro grupo foi de 2,6 mm, enquanto no grupo de controle foi de 1,0 mm, já o aumento em espessura foi de 1,2 para o primeiro grupo e 0,6 para o grupo de controle. Eles concluíram que o ganho de osso em volta dos implantes nos quais se realizou a Recuperação Guiada Tecidual foi clinicamente mais significante que os do grupo de controle.

       Em 1992, Isaksson e Alberius ( 10) estudaram o tratamento e a cura de oito pacientes que possuíam atrofia de rebordo ósseo em maxilar edentado. Num período de dois anos e oito meses os pacientes foram submetidos a uma cirurgia de reconstrução de rebordo ósseo através de enxerto de osso ilíaco com a imediata inserção de implantes. Concluindo, o sucesso foi alcançado através da cura do defeito do
rebordo ósseo e do restabelecimento da função protética.
        Fugazzotto (9) em 1993, empregou a regeneração tecidual guiada para realizar a reparação de um rebordo ósseo edentado desfigurado com um implante posicionado irregularmente. Osso desmineralizado seco congelado e uma membrana expandida de politetrafluoretileno foram utilizados, resultando no crescimento de um novo material parecido com o osso em ambas as dimensões buco-lingual e psico-oclusal, submergindo totalmente o implante.

       Em 1994; DONOVAN et alli (6) promoveram a reconstrução mandibular com enxerto de osso da calota craniana com a colocação de um total de 93 implantes Branemark (Nobel pharma, Chicago IL) com um índice de sucesso de 91,4%. Neste estudo foram utilizadas duas técnicas. Em 13 pacientes utilizou-se um técnica de enxertia vertical com a colocação imediata de 50 implantes, e que teve 86% de sucesso; o tempo de acompanhamento deste grupo foi de aproximadamente 31 meses. Em outro grupo de 13 pacientes foi feita uma técnica de enxertia horizontal com a colocação imediata 43 implantes; este grupo teve um acompanhamento de 18 meses. Foram utilizadas as 2 técnicas em um paciente de cada grupo. Terminando o trabalho, um questionário padrão revelou um alto índice de satisfação dos pacientes.

       Neste mesmo ano, Shirota et alli (14) investigaram a reação do tecido ósseo após a colocação de dois diferentes tipos de implantes em enxerto ósseo vascularizado de íliaco. Após a mandíbula de seis porcos serem reconstruídas com osso revascularizado da crista ilíaca, implantes cobertos com hidroxiapatita e implantes rosqueados de titânio foram colocados no enxerto. Os animais foram sacrificados aos 14, 28 e 56 dias após a implantação e o processo de recuperação foi examinado histologicamente. No enxerto ósseo revascularizado formou-se novo osso em volta dos implantes, mas em algumas superfícies de implantes havia tecido umedecido devido a avançada reabsorção óssea. Os resultados sugerem que os implantes cobertos com hidroxiapatita assim como os implantes rosqueados de titânio podem ser empregados no enxerto ósseo revascularizado para reconstrução da mandíbula. Contudo, implantes posicionados simultaneamente com enxerto ósseo reoscularizado possuem menor osseointegração do que os implantes colocados em regiões controle não enxertadas
                           
DISCUSSÃO
        A partir de estudos realizados por Urist ( 17), os fatores de osteoindução ganharam uma importância crucial no processo de neoformação óssea induzida pelos enxertos. Sampath et alli: (13) isolaram a osteogenina; Wosney et alli (20) derivaram uma seqüência de aminoácidos de extratos ostoindutivos altamente purificados de osso desmineralizado, usando estas seqüências eles derivaram um clone de cDNA que codifica oito proteínas individuais.

        As BMPs podem ser divididas em 3 subgrupos baseados em seus aminoácidos homólogos. A BMP-2 a BMP-4 são 92% idênticas, igualmente a BMP-5 e a BMP-8 são em média cerca de 82% idênticas. Estes dois grupos estão mais proximamente relacionados um do outro do que os do grupo da BMP-3 (também conhecida como osteogenina) no qual forma o terceiro grupo.

         A BMP-2 recombinante humana e outros membros da família BMP tem sido produzidas em células de mamíferos. Este material foi testado em várias situações in vivo. Quando combinada com a matriz transportadora e implantada em tecido subcutâneo de rato, a BMP-2 recombinante induz a seqüência de ossificação endocondral. As atividades específicas das diferentes BMPs variam na quantidade de osso formada e no índice de formação óssea e cartilaginosa. Além disso a BMP-2 recombinante mostrou induzir a formação endocondral de osso em defeitos ósseos femurais em ratos e em defeitos mandibulares de tamanhos críticos em cães. É importante relatar que o tecido ósseo induzido encontrado nos sítios com defeito integrou-se completamente ao osso vizinho.

A CASCATA DE OSTEOINDUÇÃO
       
As mudanças celulares e bioquímicas durante a indução óssea são bem conhecidas. A seqiiência de eventos inclui a conversão de tecido conectivo em cartilagem, subseqüente calcificação, invasão de vasos do leito receptor e ossificação. Esse processo envolve uma cascata de eventos celulares juntos com processos moleculares associados.

       A cascata biológica de diferenciação óssea induzida pela implantação de matriz óssea desmineralizada começa com a quimiotaxia de células progenitoras mesenquimais para a localidade. Fibronectina plasmática une-se à matriz óssea e funciona como fator quimiotático. Esta glicoproteína promove a união das células, portanto, um dia após a implantação fibroblastos se unirão à matriz.

       A próxima fase da indução é a mitose. A matriz óssea age como um estimulador da mitose e da proliferação de células mesenquimais reunidas recentemente. A mitose foi medida pela incorporação de timidina H3 e incrementada pela atividade da enzima Ornitina Descarboxilase. Este processo molecular de proliferação celular juntamente com a síntese de colágeno tipo III ocorre por volta do 3º dia após a implantação da matriz.

       A fase de proliferação dos condutores é seguida pela diferenciação dos condroblastos. Atualmente, pouco é conhecido a respeito do mecanismo desta diferenciação. Urist et alli (19) sugeriram que a BMP une-se à receptores de superfície de uma célula mesenquimal induzível com a ajuda de fibronectina. Isto muda a carga da superfície da membrana e pode causar nos genes reguladores aumento da transcrição da seqüência do nucleotídeo necessária à diferenciação.

       Por volta do sétimo dia, a diferenciação das células mesenquimais em condrócitos resulta na formação de cartilagem. A matriz é sintetizada consistindo de colágeno do tipo lI e proteoglicans. Pelo nono dia ocorre a invasão de capilares. Condrócitos hipertrofiados são então evidentes juntamente com o aumento na incorporação de Ca e na atividade da fosfatase alcalina. Isto coincide com a calcificação da matriz cartilaginosa e síntese de colágeno tipo IV.

        A próxima fase é a fase da diferenciação óssea. Por volta do décimo dia, osteoblastos são evidentes pela primeira vez. Nos próximos dois dias, o osso é formado por crescimento aposicional na superfície da matriz calcificada. Isto é acompanhado pela síntese de colágeno tipo I e a mineralização, como evidenciado pelo pique da incorporação de cálcio e a atividade da fosfatase alcalina. Concomitantemente, numerosos condoclastos realizam a condiálise.

        O período que vai do 12º ao 18º dia é marcado pela remodelação óssea e dissolução da matriz implantada. O processo é comandado pelos osteoclastos, que indicam o aumento das enzimas lisossómicas e liberação de colagenases e proteases.

        O processo de osteoindução culmina por volta do vigésimo dia com a diferenciação da medula óssea, Ilhotas ósseas que consistem em osso recém formado são preenchidas com medula hematopoiética, incluindo eritrócitos, série de granulócitos e megacariócitos.

        Friedlander (8) em sua revisão a respeito dos enxertos ósseos relatou que, diferentemente de outros tecidos, a cicatrização óssea por regeneração e remodelação ocorreu com a deposição de osso adicional em vez de um tecido cicatricial, que é a característica da resposta reparativa após a maioria das injúrias do esqueleto. O centro fisiológico de manutenção e reparo é o ciclo de remodelação. A seqüência celular de eventos é caracterizada pela fase de ativação seguida pela reabsorção, e então a formação de novo osso.

        Bastante já foi discutido a cerca de fatores associados a indução e parece que além de fatores locais, influências sistêmicas podem iniciar a remodelação (turn over) e que, em adição ao controle humoral, modalidades físicas, incluindo stress mecânico e sinais elétricos podem induzir esta mesma atividade.

        Acrescenta este autor que existem algumas diferenças nos eventos histológicos de incorporação do osso esponjoso e o osso cortical. Um dos fatores variantes é o suprimento sanguíneo local, que pode ser prontamente restabelecido ou não. Todos os enxertos devem recuperar um bom suprimento sanguíneo em qualquer ponto para suportar a atividade celular.

       O reparo ósseo requer a invasão de brotos vasculares e em osso cortical, isto ocorre através dos canais de Harvers e Volkman pré- existentes. Estes canais são alargados pela atividade osteoclástica que acompanha a resposta neovascular, além da proeminente reabsorção ao longo da periferia do enxerto. A resultante é um substancial aumento na porosidade e um decréscimo em massa. É importante se ter em mente que esta perda de mineral é normal; o enxerto não pode estar exposto à cargas substâncias sem assistência de uma adequada fixação de novo osso se torna mais substancial, e gradualmente retoma à arquitetura óssea e à recuperação da massa, à medida que for submetido a cargas mecânicas.

       No caso dos enxertos alógenos, a grande disparidade genética entre o doador e o receptor parece ser o maior impacto na incorporação do enxerto. Isto não significa que o processo de reparo ósseo será um insucesso como conseqüência direta de uma resposta imunológica, mas o processo pode ser retardado, menos completo ou ambos, porém, existem evidências de relativo sucesso destes enxertos apesar de serem imunogênicos.

       Os enxertos alógenos podem ser tratados de várias formas, tanto biológicas (imunológicas) ou biomecânicas ou ambas.

       A maioria dos enxertos são usados frescos, congelados ou secamente congelados, e em algumas situações podem ser parcialmente desmineralizados.

       Nos modelos experimentais, os enxertos frescos estão associados à vigorosas respostas inflamatórias e de reabsorção, assim como respostas imunológicas específicas caracterizadas por uma atividade reabsortiva que pode ser arrasadora.

        Enxertos alógenos congelados usados experimentalmente foram responsáveis pelo decréscimo da resposta imunológica. Se o osso é congelado a -70°C é a mais apropriada temperatura para a armazenagem por prolongados períodos de tempo.

        Enxertos congelados e secos reduzem substancialmente a imunogenicidade; porém se submetem à mudanças em suas propriedades mecânicas indicadas por "rachaduras" que se desenvolvem durante a liofilização, porém isso não causará maiores conseqüências se o enxerto não sofrer carga ou for protegido por fixação interna. O processo de integração destes enxertos é praticamente o mesmo em qualidade aos auto-enxertos, apenas mais lentos e menos extensos.

        Os auto-enxertos revascularizados são imediatamente reanastomosados ao suprimento sangüíneo, não devendo existir necrose e nem requerendo um longo processo de incorporação. Na verdade o processo final do segmento transplantado é análogo àqueles que acontece nas fraturas. Além do processo ser mais rápido, ele não depende tanto do leito receptor, pois tem acesso direto à circulação e um caminho natural às células osteogênicas.

       Além dos fatores naturais citados, também se relevam alguns fatores que podem prejudicar a incorporação do enxerto, tais como:

FATORES LOCAIS

FATORES SISTÊMICOS


CONCLUSÃO
        A recuperação de rebordos maxilares e mandibulares edêntulos e ou defeituosos resultantes de perdas dentárias, trauma e osteotomias cirúrgicas é um consistente desafio clínico que perdura por muitos anos. A completa reabilitação osteodentária e sua integração a fisiologia do aparelho mastigatório é uma satisfação para qualquer paciente, e conseqüente para o profissional.

        Técnicas cirúrgicas corretas aliadas à manipulação adequada de enxertos tomou-se a opção mais indicada para estes casos. Tanto os auto enxertos quanto os materiais alógenos, quando bem indicados e tratados, podem auxiliar o cirurgião a ter sucesso na maioria dos casos. O êxito desta conduta proporcionará um leito favorável à confecção de próteses implanto-suportadas e osteo-mucosportadas.


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