"A Técnica Lang"
Obtenção de ótima estética em restaurações de implantes anteriores através
da instalação imediata de provisório no segundo tempo cirúrgico

R. Dean Lang., D.D.S.*
Tradução: Marcelo Corrêa Manso, C.D.**



    Os implantes foram originalmente introduzidos para suprir as necessidades dos rebordos completamente edêntulos e seus aparelhos fixos ou fixos/removíveis. No entanto, como o crescente número de praticantes fez com que se aceitasse os implantes como um tratamento previsível, o campo de sua aplicação está em crescimento.

    A população de pelo menos 17 a 20 milhões de pessoas parcialmente desdentadas nos Estados Unidos, pode agora representar o maior número de candidatos a implantação. Esses números, somados as altas taxas de sucesso e previsibilidade dos implantes unitários, sugerem que esses implantes serão uma crescente e significativa porção da prática implantológica futura. Muitos dos implantes unitários necessários serão na mandíbula e maxila anterior e exigirão uma estética concorrente com outros avanços da odontologia moderna como as facetas e as técnicas adesivas.

   A prótese sobre um implante unitário anterior é um procedimento extremamente desafiador e requer um planejamento prévio, preparação judiciosa do leito e uma seleção apropriada do abutment. Esse artigo revê o "estado da arte" nos procedimentos cirúrgicos e restauradores para obtenção de uma ótima estética com implantes anteriores. Em particular, ele enfoca uma técnica que torna desnecessário o uso de um cicatrizador "standard". Em seu lugar, um abutment anatômico individualizado para o paciente (Steri-oss, Yorba Linda, California) é instalado no momento da cirurgia de segundo estágio, acompanhado de um provisório imediato. Esses passos permitem uma avaliação preliminar dos contornos teciduais, permitindo que eles cicatrizem em volta de uma forma anatômicamente correta. O resultado é um perfil de emergência mais natural para a restauração final

AVALIAÇÃO PRÉ- OPERATÓRIA

   A estética ideal é alcançada quando o contorno do osso alveolar e o implante posicionado corretamente permitem forma, cor e perfil de emergência da restauração unindo, e imperceptivelmente com os tecidos gengivais e dentes adjacentes(1). O primeiro passo para isso é através da
avaliação pré-operatória.

    As observações no paciente devem incluir atenção visando sanar os seguintes questionamentos :

  1. Quanto o lábio superior se move? Qual é a linha máxima de sorriso X a posição labial em repouso e em conversação?

  2. Será que a restauração do implante será similarmente proporcional ao dente contra-lateral. Será necessário desgastes interdentais ("stripping") e/ou um pequeno movimento ortodôntico dos dentes adjacentes para alcançar-se esse resultado?

  3. Qual é o perfil de emergência dos dentes contra-laterais?

  4. Existe alguma retração gengival na região a ser implantada? A gengiva inserida apresenta-se saudável?

  5. Qual é a extensão da coroa do dente adjacente e a relação coroa/raiz para a restauração de implante proposta?

  6. Que tipo de altura e contorno pode ser esperado da crista óssea ?

  7. Qual é a forma e condição da papila interdental e espaços imediatamente adjacente a região a ser implantada?

  8. Quanto de espaço interadicular está disponível? Um mínimo de 01 a 02 mm de osso é recomendado entre o implante e as raízes dos dentes adjacentes.

  9. Qual é o prognóstico dos dentes adjacentes a região planejada para implantação? É necessário que se institua algum tratamento antes que o implante seja inserido?

  10. Como a função será afetada pela inserção do implante? Muitos desses itens serão melhores avaliados usando-se uma combinação de instrumentos de diagnóstico. Esses incluem Rx periapicais, tomadas panorâmicas, tomografias, TC scans, modelos de estudo e enceramentos, e ambos os exames intra e extra-orais.

PREPARAÇÃO DO LEITO RECEPTOR DO IMPLANTE

    Varias técnicas podem ser empregadas para manter e melhorar a região a ser implantada. Além do mais, aumentos e refinamentos do contorno da crista podem ocorrer em muitos diferentes pontos durante o tratamento com implante.

    A primeira oportunidade aparece no momento da remoção do dente. Durante a extração, o cirurgião avalia o local e determina quando enxerto e/ou colocação do implante devem ser feitas imediatamente (com o devido consentimento) ou postergado até alguma cicatrização ter ocorrido (2).

    Em todos os casos, o retalho tecidual deve ser retraído o mínimo possível durante a extração para minimizar a perda óssea. Da mesma forma, é ótimo que se evite a remoção de qualquer tipo de osso junto com o dente extraído; o uso de uma alavanca pode ajudar significativamente para a liberação da raiz dentária (3). Se algum osso necessitar ser sacrificado para facilitar a extração, é recomendado que se faça pelas superfícies interproximais ou palatina / lingual (nunca pela vestibular) (4).

    Qualquer sinal de infecção na região da extração vai requerer adiamento tanto do procedimento de enxerto como da implantação, até que o tratamento da mesma seja concluido. No entanto, se não há infecção presente e o paciente perdeu significante quantidade de osso, pode-se proceder imediatamente com a enxertia de algum tipo de material reabsorvível (5).

   Quando não há infecção presente e o osso apical da região extraída é adequado para assegurar estabilização, a inserção imediata do implante é uma solução viável. Esse procedimento não só preserva a espessura e altura do rebordo, mas também reduz o número de cirurgias necessárias e o consequente tempo total de tratamento.

   Se não há infecção presente e a perda óssea foi significativa, uma outra opção para o cirurgião é a de postergar a enxertia e inserção do implante para 04 a 06 semanas, Isso permite que os tecidos moles cicatrizem e regenerem suficientemente para assegurar cobertura adequada com sutura primária quando o implante for colocado.

   O segundo estado geral em que o aumento do rebordo é considerado, é quando o dente ou dentes foram removidos antes do planejamento do tratamento implantodôntico. Nesses casos, técnicas de preservação da crista podem não ter sido utilizadas ou apenas parcialmente sucedidas, resultando na reabsorção da crista e/ou colapso da parede óssea vestibular. A enxertia poderá então ser necessária antes da inserção do implante. Opções de materiais nesses casos incluem enxertos autógenos "onlay", enxertos em sanduiche, tecido mole, composto ósseo com membrana, ou apenas a membrana sozinha. A colocação do implante é então postergada para 03 a 04 meses,enquanto o enxerto começa a sofrer fenômenos de reabsorção e remodelamento (6).

    A terceira oportunidade para o aumento da crista óssea, começa no momento da colocação do implante. O cirurgião pode descobrir nesse ponto que o osso disponível é insuficiente para cobrir completamente a parte coronária do implante ou que a espessura da crista necessita aumento. Fenestrações labiais e descências também podem ocorrer sendo ótimo o uso de algum tipo de membrana (7).

    A quarta e última oportunidade em que a enxertia deve ser considerada é no segundo estágio cirúrgico a reexposição. Se uma coroa provisória para uso imediato foi planejada, este é o momento ideal para refinar o contorno da crista alveolar, a eminência radicular, e o perfil de emergência da crista.

    Muito embora, mais enxertias possam ser consideradas, mesmo depois dos procedimentos restauradores definitivos terem sido realizados, o autor é contra essa recomendação. Nesse ponto, os pacientes ficam invariavelmente descontentes com a ideia de mais uma cirurgia e relutam para o seu consentimento. Além do mais, a necessidade de enxertar após a reabilitação final pode ser incompatível com o uso de provisórios imediatos.

A COLOCAÇÃO DO IMPLANTE

    
Apesar da presença de morfologia óssea adequada, o posicionamento e angulação do implante também são determinantes "chaves" para a criação de um perfil de emergência ideal. As etapas a seguir devem ajudar a assegurar o sucesso:

  1. A incisão inicial deve ser realizada na superfície lingual ou palatina da crista alveolar em porção queratinizada de gengiva inserida (8). Isto é especialmente importante quando da colocação de implantes com hexágono externo que possuam parafusos oclusores. Se a incisão é feita dessa maneira e porventura não consigamos um recobrimento completo do implante durante o primeiro estágio de cicatrização, pelo menos asseguramos que uma quantidade adequada de tecido gengival no aspecto vestibular estará presente, podendo ser manipulado no momento do segundo tempo cirúrgico.

  2. O local ideal para colocação do implante deve seguir o longo eixo das raízes dos dentes naturais. Nas implantações imediatas pós-extrações, isso é facilmente conseguido. Em outros casos, o cirurgião pode se guiar aproximadamente pelo longo eixo dos dentes adjacentes. Um implante colocado dessa maneira normalmente terá seu longo eixo (uma linha imaginária que passa longitudinalmente pelo centro do parafuso) localizado no terço labio-incisal do espaço de um dente (9) (Figura 2). Em contraste, se posicionarmos um implante maxilar anterior de tal forma que seu centro se localize na região de cíngulo, correremos o risco de afinarmos ou perfurarmos apicalmente a tábua óssea vestibular. Também é frequente, resultados apresentando sobre contornos bucais (ridge lap, over laps...) que estão longe do ideal; tanto no aspecto estético como nas perspectivas periodontais.

  3. A posição mesio-distal do implante deve ser no centro do espaço disponível, com a exceção de diastemas pré programados. Nesses casos, o implante é centrado na região da coroa programada. Quando existem múltiplos implantes anteriores, cada implante é centralizado na posição de cada futura coroa programada.

  4. O implante deve ser colocado o mais vestibular que a crista óssea permitir. É importante salientar que se durante uma perfuração piloto (broca-piloto) ocorrer uma aproximação de 2 a 3 mm da crista vestibular, apenas 1 mm de osso restará após a passagem da última broca. Quando a espessura do rebordo ósseo dita a necessidade de osteótomos, a perfuração piloto pode ser feita 1 a 2 mm da crista vestibular .

  5. O implante deve receber um procedimento de "counter-sink" de tal forma que fique entre 3 a 4 mm abaixo da junção amelo-cementária do dente vizinho (10) -(Fig.3). Nos casos de recessão gengival, o posicionamento deverá ser de 2-4mm abaixo da crista gengival. Isto permite um desenvolvimento gradual do perfil de emergência entre a coroa e os tecidos moles. Esse procedimento também permite que a porcelana se extenda subgengivalmente o suficiente para prevenir descolorações e acinzamento da fina e normalmente translúcida camada periférica de tecido mole.

O ABUTMENT INDIVIDUALIZADO PARA O SEGUNDO ESTÁGIO

   
Tradicionalmente, as restaurações sobre implantes começam na linha gengival, onde a coroa de porcelana penetra abruptamente dentro de um sulco delgado criado por um cicatrizador também delicado, um sistema funcional porém de aspecto artificial. Nos últimos anos, no entanto, os componentes restauradores se desenvolveram -"The Anatomic Abutment System (Steri-Oss, Yorba-Linda, California.)", o sistema U.C.L.A., o "Bio- Esthetics" de última geração (peça única) -compensaram a diferença entre o diâmetro das raizes dos dentes naturais e a dos implantes endo-ósseos, promovendo o desenvolvimento de um perfil de emergência mais natural e contornos gengivais normais.

   A técnica proposta aqui, utiliza o "Anatomic Abutment" porém em um momento mais cedo do que o típico, quando o implante é reexposto. Nenhum cicatrizador específico é utilizado, mas sim, o "Anatomic Abutment" que foi apropriadamente modificado para colocação imediata com encaixe de uma coroa provisória. Este procedimento permite que os tecidos se modelem precisamente ao contorno e volume que a restauração final terá, permitindo ajustes e refinamentos no perfil de emergência, antes que a restauração definitiva seja instalada.

    O uso desta técnica requer que a posição do implante seja precisamente registrada no momento de sua inserção cirúrgica, o que podemos conseguir com um dos dois métodos a seguir:

    O mais simples requer um registro do "mount" ou do copping de transferência através de uma resina acrílica fotopolimerizável (figura 4). Esse processo leva menos de 01 minuto e pode ser transferido quando for mais conveniente para o cirurgião.

    Naquelas situações em que esse procedimento se torna inapropriado ou difícil, a segunda hipótese é realizar-se uma moldagem com o registro da posição do implante.

    Uma vez que a posição do implante foi registrada, os tecidos são suturados e aguarda-se a cicatrização que geralmente são 06 meses para maxila e 04 meses para mandíbula. Durante esse período, o "Anatomic Abutment" é selecionado. Ele é feito em titâneo para assegurar a biocompatibilidade e resistência e é apresentado em 03 alturas de base (0.0, 0.5 e 1mm) e tres bainhas. A altura da base é selecionada de modo a permitir que o limite cervical fique ao final do preparo entre 1,5 a 2,0 mm abaixo do nível gengival. Uma vez selecionado, o laboratório modifica-o de acordo com as orientações do fabricante.

    Após o "Anatomic Abutment" ter sido individualizado para o caso, o laboratório também prepara a coroa provisória trabalhando diretamente sobre o abutment.. Afim de reduzir a possibilidade de acúmulo de placa e irritação da gengiva durante a cicatrização, esta coroa deve ser fabricada de um material bastante denso, não poroso e altamente polido. Para evitar-se compressão ou necrose das papilas vizinhas, um cuidado redobrado deve ser tomado para confecção dos vãos interproximais para acomodação das mesmas. O perfil e contorno vestibular devem se assemelhar o máximo possível com a emergência natural ou então o tecido gengival terá uma tendência para migrar apicalmente.

  
Fig. 1 - Uma incisão realizada palatalmente preserva o tecido gengival para a vestibular
Fig. 2 - Uma broca-piloto na posição demonstra a angulação ideal para a colocação do implante

  
Fig. 2a - Uma broca-piloto na posição demonstra a angulação ideal para a colocação do implante
Fig. 3 - A cabeça do implante recebe um "counter-sink" de 2-3 mm abaixo da junção amelo-centenária dos dentes adjacentes.

  
Fig. 4 - Um fixador cirúrgico é colado ao montador do implante
Fig. 5 - Uma incisão curvilínea promove uma melhor adaptação gengival.

  
Fig. 6A - O perfil lateral da restauração do implante demonstra uma altura natural do contorno
Fig. 6B - O perfil lateral da restauração do implante demonstra uma altura natural do contorno.

  
Fig. 7A - Área edêntula antes da restauração
Fig. 7B - A restauração final na mesma área mostrando-se imperceptível com os dentes e tecidos adjacentes

INSTALAÇÃO DO "ANATOMIC ABUTMENT" COM PROVISÓRIO E A RESTAURAÇÃO DEFINITIVA

   Após a osseoiritegração inicial do implante ter ocorrido, uma incisão curvilínea é realizada nos ângulos palatinos ou linguais dos dentes adjacentes (Figura 5), afim de assegurar o reposicionamento de tecido com adequada vascularização e queratinização. Com o retalho afastado de modo a permitir uma boa visualização, instala-se o "Anatomic Abutment" individualizado com fácil acoplamento e sem interposição tecidual.

   Com o abutment instalado, realiza-se seu aparafusamento com torque de 35 N, coloca-se o provisório e os tecidos moles de suporte são sobrepostos. Nesse momento, o cirurgião pode identificar áreas que necessitem de um aumento adicional para permitir alcançar-se um melhor perfil de emergência natural e eminência radicular.Devido a sua estabilidade, as hidroxiapatitas não reabsorvíveis são a escolha preferida para qualquer enxertia nesse ponto do trabalho.

    O retalho, se necessário, é posicionado coronalmente e os tecidos começam a cicatrizar com um perfil de emergência muito próximo daquele do dente natural (Figura 6). Outra vantagem da colocação imediata do provisório no segundo tempo cirúrgico, é um melhor suporte e manutenção da papila dental assim como dos
tecidos moles reposicionados do aspecto palatino/lingual. A técnica também permite a carga progressiva reduzindo a perda óssea na crista que normalmente ocorre no período inicial de carga.

    Após a colocação do provisório no segundo tempo, devemos esperar entre 06 a 08 semanas para permitir a devida cicatrização e retração dos tecidos. Pequenas cirurgias gengivais podem ser realizadas no final desse período afim de maximizar a estética final.

   As moldagens então podem ser tomadas e levadas para a construção de um modelo com os tecidos moles. A restauração final é realizada de tal forma que possa ser ou cementável ou aparafusável (utilizando-se um retentor de parafuso na lingual), dependendo da preferência pessoal do protesista (11,12) (Figura 7A e 7B).

DISCUSSÃO E CONCLUSÃO

    
Implantes unitários anteriores serão uma importante e crescente parte da implantodontia futura. A colocação e restauração desses implantes vislumbra inúmeros desafios. Entretanto, o planejamento prévio, preparo judicioso, a técnica cirúrgica precisa e a seleção apropriada do abutment, todos trabalham para aumentar a previsibilidade e obtenção de uma ótima estética.

   Este artigo dá uma particular atenção para a técnica de registrar a posição do implante no momento da cirurgia afim de possibilitar a instalação imediata do provisório no momento do segundo tempo cirúrgico. Como nenhuma técnica pode garantir resultados perfeitos todas as vezes, a instalação imediata de provisórios permite a avaliação da forma dos tecidos moles nos vários estágios durante o período de cicatrização. Pequenas modificações podem ser realizadas a qualquer momento buscando-se resultados mais consistentes, previsíveis e estéticos.

REFERÊNCIAS

  1. Patrick, DR; Dorfman, WM: Achieving anterior aesthetics with an anti-rotational abutment. PP&A 1992; 4 (6) : 13-16.

  2. Lazzara R: Immediate implant placement into extraction sites: Surgical and restorative advantages. Int J of Perjodontal Rest Dent 1989;9:333-344.

  3. Sevor J, Meffert R, Block C: The immediate placement of dental implants into fresh maxillary extraction sites. PP&A 1991.;3(3).

  4. Quale AA: A traumatic removal of teeth and root fragments in dental implantology. Int J Oral Maxillofac Implants 1990; 5:293-296.

  5. Scher E: Loss of ridge width and the single tooth implant. Implant Dent 1992; 1.(3) : 186-187.

  6. Misch CM, Misch CE, Resnik RR, Ismail YH: Reconstruction of maxillary defects with mandibular symphysis grafts for dental implants. Int J Oral maxillofac Implants 1992; 7(3).

  7. Becker W, Becker BE: GTR for implants placed into extraction sockets and for implat dehiscences: surgical techniques and case reports. Int J. Perio & Restorative Dent 1990;10(5).

  8. Tarnow D: Esthetic excellence with the single-tooth implat. Dental Economics 1993;3:80-82.

  9. de Wijs FLJA: Anterior maxillary tooth replacement with implants. Thesis, University of Utrecht, Netherands 1993

  10. Tarnow D: Esthetic excellence withh the single-tooth implat. Dental Economics 1993;3:80-82.

  11. Lewis S, Beumer J, Perri G, Hornburg W: Single-tooth implat-supported restorations. IntJ Oral Maxillofac Implats 1. 988;3:25- 30.

  12. Perri G, Lewis S, Beumer J, Auera S, Nunokawa G: Single-tooth implats. J Calif Dental Assoc 1989;17:30-32. rm

* Cirurgião Maxilo- Facial. Diretor do West Valley Dental Implant Center -West Hills, California.
** Cirurgião Maxilo-Facia]. Diretor Clínico do InstitlitoBrasileiro de Imp]antodontia -Estagiário do West Valley Dental Implant Center -West Hills,California